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  • 18/09/2018

    Crônica: Sintonia

    Pra um relacionamento dar certo, não existe fórmula mágica. Amor não vem com manual de instruções. Mas existe algo chamado sintonia. E esse pode ser um fator determinante.

    Se um casal não tem sintonia, ambos podem até sonhar os mesmos sonhos, mas a vibração é diferente. Não dá certo. Pode tentar insistir, mas só vai desgastar com o tempo e nenhum dos dois chegará a canto nenhum sozinho, muito menos juntos.

    "Ah mas vocês formavam um casal tão lindo". Essa é a frase mais clichê e igualmente insuportável que você pode dizer ou ouvir sobre um ex-casal. 

    Em tempos de internet, tudo parece realmente muito lindo visto da telinha do celular. Ou até mesmo pessoalmente. É normal não gostar de expor os problemas pessoais para os outros. Por mais que isso ajude a criar o mundo imaginário de Alice, onde tudo é perfeito, mas nem tanto assim.

    O que eu quero dizer é que não é só de "amor" que se constrói um relacionamento, feliz e duradouro. Que se alcança metas e objetivos. Os dois precisam remar na mesma direção, com a mesma intensidade.

    E isso vai além de relacionamento amoroso. Vale para amizades também. Companhias que não tem a mesma sintonia que você, podem apenas atrasar a sua vida. Em anos!

    Priorize quem dança no mesmo ritmo que você. Quem além dos mesmos sonhos tem a mesma vontade que você de percorrer o longo caminho até chegar no principal objetivo. Caminhem juntos. Na mesma frequência, sintonia, vibração ou qualquer sinônimo que se encaixe.

    19/08/2018

    #JàDfaz5anos

    Oi pessoal, tudo bem?

    Por aqui estamos em festa! Hoje, dia 19 de agosto, o blog completa 5 aninhos! E eu tô bem surpresa como esse tempo passou tão rápido.



    Se você é novo por aqui, vou te contar rapidinho como o blog surgiu! Eu criei ele no meu primeiro ano da faculdade de jornalismo. Era um desejo antigo que se tornou ainda mais forte nesta fase da minha vida e eu senti que precisava realizar esse sonho e torná-lo o meu portfólio profissional. 

    E foi assim que tudo surgiu! Já falei mais a respeito em vários posts e vídeos aqui do blog, então se tiver curiosidade, divirta-se com o conteúdo.

    Agora se você já é das antigas aqui na família à deriva, meu muito obrigado por me suportar por tanto tempo e não desistir de mim, rs. Eu amo vocês <3

    Cada ano que completamos eu tento fazer algo especial para comemorar e este ano eu trouxe uma crônica, mas não escrita e sim narrada com as imagens feitas pela Off Air Film, parceiraça aqui do blog!

    Gravamos as imagens na praia Vermelha do Centro, em Ubatuba-SP. E no mesmo dia ainda fiz umas fotos maravilhosas com a Carol Azevedo, que vocês podem ir acompanhando no meu insta e no dela.

    Enfim, espero que vocês gostem, pois foi feito com todo o amor do mundo, assim como tudo por aqui no blog <3

    13/07/2018

    Diga não ao seu relacionamento abusivo!

    Não é de hoje que eu tenho vontade de trazer esse assunto aqui para o blog. Assunto o qual eu acabo já abordando lá no Instagram (@jornalistaaderiva). Mas sempre bom "formalizar" as coisas e mandar logo um textão pra quem precisa ler.

    Sinceramente eu não sei nem por onde começar, guardei tanta coisa aqui dentro, mas o blog sempre foi o lugar onde ninguém podia me calar e, mesmo que indiretamente, meus sentimentos estiveram aqui presentes.

    Bom, vamos lá!

    Eu vivi um relacionamento abusivo. Silencioso. Difícil de ser notado. Para muitos, um mar de rosas, para mim, quase sempre só restavam espinhos. Por muito tempo eu realmente achei que aquilo era o suficiente, que era bom, que era o que eu merecia. Eu não havia tido outra experiência para comparar.

    E assim muitas coisas aconteceram. Eu passei a viver a vida que o outro queria, reprimindo todo tipo de atitude, de comportamento, de sentimento... que você possa imaginar. Era a roupa que eu usava, os locais que eu frequentava, os amigos com quem tinha amizade, até mesmo os julgamento feitos sobre outras pessoas e situações.

    Tudo isso sem perceber o que estava acontecendo, sem notar que havia alguém me manipulando se não por escolha, por já ter se tornado algo normal de acontecer. Mas aí um dia teve fim, eu chorei por uma semana, mas me levantei e decidir seguir o baile.

    Outras experiências aconteceram, outras pessoas eu conheci, comecei a viver a vida como eu queria viver, até que fui pega novamente por essa força psicológica que eu nem consigo explicar.

    Novamente acreditei que pessoas mudam, que coisas boas acontecem e me joguei de cara naquele mar turbulento que em pouco tempo eu já conseguia ver claramente o destino dessa aventura. E foi exatamente como o previsto.

    Se eu quebrei a cara? Eu diria que não. Só foi a reafirmação de algo que só eu não via ou então não admitia para mim mesma. E acho que essa é realmente a parte mais difícil: encarar a realidade.

    No final das contas eu sempre soube, eu sempre senti, mas não acreditava que estava acontecendo comigo, que era uma fase e que tudo iria passar e ficar bem. Algumas vezes até passava, mas depois tudo voltava e ainda pior.

    Eu não me sinto arrependida, muito menos culpada. Claro que eu poderia ter me poupado de muitas coisas, mas acredito que existe um propósito em tudo e isso me fez crescer de uma maneira inexplicável. 

    Porém, se hoje eu tenho a chance de escrever isso aqui, dividir isso com você que chegou até o final, foi porque eu sobrevivi e saí com danos psicológicos minúsculos. Mas outras mulheres não tem tanta "sorte" como eu tive. 

    Hoje eu consigo falar abertamente com o mínimo de dor possível sobre esse assunto e, por isso, te convido a pensar o quão saudável é o seu relacionamento e se a resposta não for positiva, diga não você também ao seu relacionamento abusivo!




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