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  • 03/10/2019

    Crônica: Alma de girassol

    Este ciclo que hoje se encerra foi mais um daqueles que me chacoalha de um lado para o outro, me vira de ponta cabeça mas depois volta ao lugar. A calmaria depois da tempestade. 

    Neste ano que passou muitas amizades se mostraram nem tão fortes assim, enquanto outras foram grandes descobertas. O vento levou as que não eram tão sólidas e trouxe de volta algumas antigas, outras novas, mas todas elas igualmente essenciais.

    Pude enxergar quem realmente está do meu lado, me ajudando a remar, para não deixar o barco virar quando a tempestade aperta.

    Decepções fazem parte. Encontros e desencontros também. Mas no final, a vida me faz lembrar de algo que eu sempre costumo dizer: as coisas acontecem como devem acontecer. Simples assim.

    O símbolo para essa revolução solar é o girassol. Que não importa as nuvens, sempre segue a luz. O Sol nunca vai embora pra quem tem alma de girassol.

    19/08/2019

    Jornalista à deriva faz 6 anos!

    Hoje assopramos mais uma velhinha para o #JàD! Neste dia 19 de agosto, comemoramos 6 anos de Jornalista à deriva. E como comemorar? Eis a questão para a libriana raiz que vos fala! Pois é, não decidi. Pensei em inúmeras coisas, mas era só mais do mesmo que vocês já viram por aqui. 

    Durante todo esse tempo a à deriva lá de 2013 mudou bastante. Mas o blog continuou sendo o meu porto seguro. Por aqui dividi com vocês experiências, tristezas, perdas, conquistas, dicas, ideias, risadas... Aqui sempre foi o espaço em que posso ser eu. Que escrevo sobre o que quero, da maneira que quero. E em seis anos temos bastante história para contar. 

    Como eu disse lá no Facebook, quando paro para pensar o tanto que cresci profissionalmente neste tempo, até me assusto. Talvez seja justamente por isso que o blog acabou ficando um pouco de lado, mas nunca/jamais abandonado. O Jornalista à deriva é meu filhote, não abro mão. Porém as responsabilidades aumentaram. Ser adulta não é tão fácil não! A cada novo ciclo eu tento me reinventar e o blog faz parte disso. São muitas histórias colecionadas por aqui e eu sempre terei um carinho enorme! 

    Pensei até num compilado de fotos desde o início da nossa caminhada blogueirística, mas isso já está nos arquivos para quem quiser revirar o nosso pequeno baú. Por isso resolvi aparecer por aqui, na minha essência mais pura. De cara lavada e sem cortes, somente para agradecer a cada um que algum dia já se identificou com algum texto meu. É muito gratificante quando esse retorno vem.

    Que possamos comemorar muitos outros anos juntos! Parabéns, filhote! Que venha mais um ciclo para nós!

    07/08/2019

    Crônica: Vai ficar tudo bem

    Relacionamentos vem e vão. O primeiro fim dói na alma e pensamos que não sobreviveremos, o segundo é um pouco menos doloroso e os próximos passam cada vez mais rápido. É normal perder o chão, sentir que o mundo acabou, assim como é igualmente aceitável continuar a vida, se deixar levar, conhecer pessoas e começar tudo de novo.

    Nada é tão ruim que não possa piorar. Ninguém morre de amor. Seguimos todos por aqui. 

    Uns superam mais rápido do que outros. Às vezes o que sentimos é que realmente não iremos superar. Tudo, tudo, tudo é aceitável e cada um tem o seu tempo.

    Tempo para se reconstruir, se reinventar, redescobrir no mundo caminhando só e não mais a dois. Tempo para aprender a lição necessária com cada situação que passamos ao longo de nossas vidas.

    No final sempre fica tudo bem. Tudo passa. E não é porque não era amor. É porque o amor que sentimos por nós mesmos é e deve ser ainda maior. É ele que devemos deixar nos transbordar todos os dias. 

    Se não deu certo, thank you, next. A vida é curta demais para ficar chorando por um ciclo encerrado. Nenhum fim de relacionamento é tão ruim que não possa ser superado. Deixe as portas do destino abertas para florescer em seu próprio jardim.



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