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  • 01/07/2019

    Crônica: Era pra ser

    Não adianta. As coisas acontecem realmente no tempo certo. Não dá pra ficar imaginando "e se fosse diferente". Não seria. Tinha que ser assim. Não era pra ser ontem, nem amanhã, era pra ser agora. 

    Por várias vezes a vida descruzou caminhos que não deveriam se cruzar naquele momento. Espera. Calma. Na hora que tiver que ser vai ser. 

    Quando menos se espera, aquilo que menos se esperava, acontece. Depois da chuva sempre vem o Sol. Isso já foi dito por aqui outras vezes. 

    O abraço encaixa e preenche tudo que faltava. Aos poucos entende-se que ainda é possível transbordar. Que pessoas rasas não são capazes de comportar toda a imensidão desse tsunami que vem acompanhado de um furação.

    Mil desencontros que transformaram-se em um único encontro. O suficiente pra desorganizar tudo e então organizar. 

    It's a Match!

    31/03/2019

    Crônica: Intensidade

    Muita sorte. Muito azar. Muito amor. Muita raiva. Muitos sorrisos. Muitas lágrimas. Intensidade é a palavra para resumir perfeitamente os últimos tempos.

    Quando foi que as coisas tomaram este rumo? Será que temos o controle de nossas vidas ou apenas achamos que podemos controlá-la? Ou sabemos que não é nada disso e que tudo acontece como deve acontecer?

    São tantas as possibilidades que torna-se impossível imaginar o que vem pela frente. O destino é mesmo algo inimaginável. Até sonhamos. Mas dificilmente podemos enxergar o que ainda está para acontecer.

    Criar expectativa pode ser frustante. Mas não dá pra negar que muitas vezes viajamos horas pensando em coisas inalcançáveis ou no mínimo bastante distantes. E aí voltamos ao questionamento do segundo parágrafo... Um ciclo sem fim.

    Mais uma garrafa de vinho e seguimos cantando no chuveiro e tentando se equilibrar nesse mundo que não faz sentido.

    28/01/2019

    Por que escolher Jornalismo?

    Se você pretende fazer faculdade de jornalismo e por isso está pesquisando artigos relacionados ao tema: você já está no caminho certo. Desde quando ingressar nessa graduação, pesquisa já poderá ser o seu sobrenome, pois é o que mais irá fazer pelo resto da vida, exercendo essa profissão. 

    Ainda que muitas pessoas se questionem sobre a necessidade de diploma para ser considerado jornalista, saiba que ele é importante sim, e o mercado considera bastante, pois garante um mínimo de qualidade profissional. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a exigência do diploma no Brasil. Existe uma PEC (206/2012) aguardando votação na Câmara dos Deputados que propõe a volta de sua obrigatoriedade.

    Mas não se engane achando que ser jornalista é sinônimo de apresentar jornal no horário nobre de uma grande emissora de televisão. Os familiares vão sempre achar que se resume a isso e esperar para lhe desejar boa noite, mas mal sabem eles o quão grande é este universo!


    Curso e formação

    Na faculdade você irá se deparar com uma grade curricular bastante vasta, que vai da teoria à prática em semestres. Entre as disciplinas serão tratados assuntos sobre Antropologia, História da Comunicação, Comunicação Audiovisual, Sociologia, Fotografia, Produção Gráfica, Redação Jornalística, Teoria da Comunicação, Psicologia, Fotojornalismo, Técnicas de Televisão, Jornal-laboratório, Radiojornalismo, Telejornalismo, Produção de Textos e até Libras.

    Os nomes e as disciplinas podem variar um pouquinho de faculdade para faculdade, mas basicamente você irá mergulhar nesse universo de cabeça!

    As faculdades estão espalhadas por todo o país, com opções gratuitas em universidades federais e estaduais e também ótimas e renomadas opções particulares. Ou seja, tem para todos os bolsos.

    A duração média deste curso é de 4 anos. O trabalho de conclusão de curso é obrigatório e pode ser um projeto prático, acompanhado de um relatório, ou então uma monografia.


    Mercado de trabalho

    O bacharel em Jornalismo é o profissional que trabalha na busca por informação e na sua divulgação por meio dos veículos de comunicação, como jornais, revistas, rádio, TV e internet. É o responsável pela notícia, por investigar e divulgar os fatos de interesse público.

    O jornalista pode redigir e editar notícias, fazer entrevistas, escrever artigos, administrar conteúdos na internet, além de se especializar em segmentos mais específicos, como moda, gastronomia, esportes, política e economia.

    Apesar de ser um mercado competitivo, há oportunidades no setor privado e no público. Sua atuação não se estringe aos veículos de comunicação, podendo o jornalista atuar na coordenação de serviços de comunicação em empresas e governo, assessoria para políticos, empresas e artistas, no contato com a imprensa. Há um espacinho para este profissional em qualquer que seja a área que exige um trabalho de comunicação.

    O mercado no geral está passando por uma crise que já dura anos. Jornais e revistas impressas deixaram de circular por não serem mais as principais fontes de informação procuradas pelo público. Mas é tudo questão de adaptação e aprender a lidar como a mudança de perfil do consumidor. Com o surgimento da internet, as notícias passaram a chegar muito mais rápido ao consumidor e de forma gratuita e isso fez com que as empresas se reestruturassem para acompanhar o novo mercado.

    Dessa forma podemos perceber que a crise tem muito mais a ver com o mercado, do que com o profissional, pois por este lado, a internet acabou ampliando o campo de atuação e as possibilidades para o jornalista.

    Todo este cenário despertou um perfil empreendedor, devido a mudança do modelo de contratação. Ou seja, há trabalho, mas não necessariamente há emprego. Muitas empresas contratam profissionais autônomos, os freelancers, para prestar serviços como pessoa jurídica. Esta é uma grande tendência dos dias de hoje.




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