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  • 19/08/2019

    Jornalista à deriva faz 6 anos!

    Hoje assopramos mais uma velhinha para o #JàD! Neste dia 19 de agosto, comemoramos 6 anos de Jornalista à deriva. E como comemorar? Eis a questão para a libriana raiz que vos fala! Pois é, não decidi. Pensei em inúmeras coisas, mas era só mais do mesmo que vocês já viram por aqui. 

    Durante todo esse tempo a à deriva lá de 2013 mudou bastante. Mas o blog continuou sendo o meu porto seguro. Por aqui dividi com vocês experiências, tristezas, perdas, conquistas, dicas, ideias, risadas... Aqui sempre foi o espaço em que posso ser eu. Que escrevo sobre o que quero, da maneira que quero. E em seis anos temos bastante história para contar. 

    Como eu disse lá no Facebook, quando paro para pensar o tanto que cresci profissionalmente neste tempo, até me assusto. Talvez seja justamente por isso que o blog acabou ficando um pouco de lado, mas nunca/jamais abandonado. O Jornalista à deriva é meu filhote, não abro mão. Porém as responsabilidades aumentaram. Ser adulta não é tão fácil não! A cada novo ciclo eu tento me reinventar e o blog faz parte disso. São muitas histórias colecionadas por aqui e eu sempre terei um carinho enorme! 

    Pensei até num compilado de fotos desde o início da nossa caminhada blogueirística, mas isso já está nos arquivos para quem quiser revirar o nosso pequeno baú. Por isso resolvi aparecer por aqui, na minha essência mais pura. De cara lavada e sem cortes, somente para agradecer a cada um que algum dia já se identificou com algum texto meu. É muito gratificante quando esse retorno vem.

    Que possamos comemorar muitos outros anos juntos! Parabéns, filhote! Que venha mais um ciclo para nós!

    07/08/2019

    Crônica: Vai ficar tudo bem

    Relacionamentos vem e vão. O primeiro fim dói na alma e pensamos que não sobreviveremos, o segundo é um pouco menos doloroso e os próximos passam cada vez mais rápido. É normal perder o chão, sentir que o mundo acabou, assim como é igualmente aceitável continuar a vida, se deixar levar, conhecer pessoas e começar tudo de novo.

    Nada é tão ruim que não possa piorar. Ninguém morre de amor. Seguimos todos por aqui. 

    Uns superam mais rápido do que outros. Às vezes o que sentimos é que realmente não iremos superar. Tudo, tudo, tudo é aceitável e cada um tem o seu tempo.

    Tempo para se reconstruir, se reinventar, redescobrir no mundo caminhando só e não mais a dois. Tempo para aprender a lição necessária com cada situação que passamos ao longo de nossas vidas.

    No final sempre fica tudo bem. Tudo passa. E não é porque não era amor. É porque o amor que sentimos por nós mesmos é e deve ser ainda maior. É ele que devemos deixar nos transbordar todos os dias. 

    Se não deu certo, thank you, next. A vida é curta demais para ficar chorando por um ciclo encerrado. Nenhum fim de relacionamento é tão ruim que não possa ser superado. Deixe as portas do destino abertas para florescer em seu próprio jardim.

    01/07/2019

    Crônica: Era pra ser

    Não adianta. As coisas acontecem realmente no tempo certo. Não dá pra ficar imaginando "e se fosse diferente". Não seria. Tinha que ser assim. Não era pra ser ontem, nem amanhã, era pra ser agora. 

    Por várias vezes a vida descruzou caminhos que não deveriam se cruzar naquele momento. Espera. Calma. Na hora que tiver que ser vai ser. 

    Quando menos se espera, aquilo que menos se esperava, acontece. Depois da chuva sempre vem o Sol. Isso já foi dito por aqui outras vezes. 

    O abraço encaixa e preenche tudo que faltava. Aos poucos entende-se que ainda é possível transbordar. Que pessoas rasas não são capazes de comportar toda a imensidão desse tsunami que vem acompanhado de um furação.

    Mil desencontros que transformaram-se em um único encontro. O suficiente pra desorganizar tudo e então organizar. 

    It's a Match!


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